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Situado em pleno coração do Minho, o concelho da Póvoa de Lanhoso localiza-se geograficamente entre a margem esquerda do Rio Cávado e a margem direita do Rio Ave. A limitá-lo estão os concelhos de Braga, Guimarães, Fafe, Vieira do Minho e Amares.

Braga, sede do distrito, fica a 15 km, Guimarães a 18 Km e o Parque Nacional de Peneda Gerês a 30 km. Esta situação privilegiada faz das Terras de Lanhoso local de passagem e de paragem para muitos turistas nacionais e estrangeiros.

Com uma área de 130km2 repartidos por 29 freguesias, o concelho tem sofrido um desenvolvimento económico e empresarial que tem contribuído para a reestruturaçãoo e melhoramento das suas infra-estruturas, proporcionando aos visitantes boas condições de acolhimento, tanto a nível social, cultural e económico.

O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito graítico de Portugal, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).

O Santuário de Nossa Senhora do Pilar é um santuário de devoção mariana situado no Monte do Pilar, muito perto do Castro de Lanhoso, na Póvoa de Lanhoso.

Foi mandado construir e edificar, por um um comerciante abastado, nos meados do séc. XVI, com a pedra da desmonte das pedras muralhas do antigo castelo.

Possui uma Via Sacra formada por cinco capelas, com esculturas relacionadas com a crucificação de Jesus Cristo. Actualmente há três capelas delas que se conservam e são uma clara imitação das que existem no Santuário do Bom Jesus de Braga.




Vieira do Minho é o segundo concelho mais montanhoso do distrito de Braga.

A antiga Vernária (primeiro nome de Vieira), recebeu foral de D. Manuel I a 15 de Novembro de 1514.

Ocupa uma área de 216,2 quilómetros quadrados sendo limitado a Norte por Amares, Terras de Bouro e Montalegre; a Nascente por Montalegre e Cabeceiras de Basto; a Sul por Fafe e a Poente pela Póvoa de Lanhoso. A sua população, ronda os 15000 habitantes segundo o Censos de 91.

As serras do Merouço, Gerês e sobretudo a Cabreira caracterizam e constituem a paisagem envolvente, bem como o limite geográfico do concelho. Entre todas é a Cabreira que melhor se identifica com o povo desta terra. Fornece o pasto para os rebanhos, a madeira e a água que irriga os vales férteis e abastece as povoações.

Os rios Cávado e Ave com seus afluentes, providenciam locais de grande beleza natural. As 4 Barragens existentes no concelho constituem uma grande fonte de riqueza para o país, pela produção de energia hidroeléctrica. A Barragem do Ermal é alimentada pelo Ave e foi construída em 1938. Ocupa uma área de 163 hectares, capacidade de 22 milhões de metros cúbicos de água, 23,5 quilómetros de perímetro e uma produção média anual de 95 GWH.




Terras de Bouro é um município com 276,17 km2 de área e 7365 habitantes (2009), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ponte da Barca e pela Espanha, a leste por Montalegre, a sul por Vieira do Minho, a sudoeste por Amares e a oeste por Vila Verde.

O nome de Terras de Bouro advém da tribo germanica dos Búrios (Buri) que acompanhou os Suevos aquando da invasão da Peninsula Ibérica ( Galécia) e que se estabeleceu na regiao entre o rio Cávado e e o rio Homem sendo deste modo conhecida como Terras de Boiro ou Bouro. Este é um Concelho de montanha cujo povoamento se perde na memória dos tempos, como o comprovam as pinturas rupestres e vestígios da Idade do Bronze. A presença humana mais marcante, porém, remonta ao tempo dos Romanos, utilizadores de água termal do Gerês e construtores da Geira (Via Romana).

Visitar esta região é contactar com o vasto património dos antepassados: a Via Romana, vulgo Geira, com a maior concentração de marcos miliáros epigrafados do Noroeste peninsular, reconhecida como Patrimóio Nacional e em fase de candidatura a Património Mundial.

Hoje, tornou-se um destino turístico por excelência, quer pelas marcas de ruralidade, não obstante ficar perto de Braga e Porto, quer pelo património cultural, ambiental, paisagístico, termal e religioso.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, é o único parque nacional de Portugal e situa-se no extremo nordeste do Minho e extende-se desde as terras da Serra da Peneda até a Serra do Gerês - daí a sua designação -, sendo recortado por dois grandes rios, o Rio Lima e Cávado. Fazendo fronteira com a Galiza, abrangendo os distritos de Braga (concelho de Terras de Bouro), Viana do Castelo (concelho de Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca) e Vila Real (concelho de Montalegre) numa área total de cerca de 70290 hectares.

É uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística e pelo valor ecológico e variedade de fauna (veados, cavalos selvagens, lobos, aves de rapina) e flora (pinheiros, teixos, castanheiros, carvalhos e várias plantas medicinais). Estende-se desde a serra do Gerês, a Sul, passando pela serra da Peneda até a fronteira espanhola.

Inclui trechos da estrada romana que ligava Braga a Astorga, conhecida como Geira. No parque situam-se dois importantes centros de peregrinação, o Santuário de Nossa Senhora da Peneda, réplica do santuário do Bom Jesus de Braga, e o de São Bento da Porta Aberta, local de grande devoção popular

O Santuário de São Bento da Porta Aberta tem, segundo a tradição, origem numa ermida construída no local, por volta de 1640, cujas portas estavam sempre abertas, para servir de abrigo a quem passava.

A construção do actual Santuário iniciou-se em 1880, e ficou concluída em 1895, caracteriza-se pelos painéis de azulejos da capela-mor, que retratam a vida de S. Bento, assim como pelo retábulo de talha dourada.

O elevado número de peregrinos levou à construção de novas instalações perto do primitivo santuário, cujas obras foram concluídas em 2002, de que faz parte uma enfermaria para atendimento de peregrinos, com 14 camas.

Existe também um parque com mesas e bancos, onde os peregrinos podem descansar, tomar as suas refeições e até divertir-se num lago com barcos.




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